Aquele que pensa, filosofa.

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sábado, 13 de agosto de 2011

Solidão

  Quero lhe convidar a filosofar sobre algo que me intriga, a solidão.

  Observo que nosso dia a dia está cada vez mais solitário. Pessoas estão cansadas, estressadas, apressadas, sem tempo para conversar; e amar. Queria ver mais amigos reunidos em bares, mais namorados no parque, mais famílias jantando juntas.

  Vivemos uma solidão imposta. Como se não bastasse a parte do caminho em que se quer estar só ou a parte do caminho em que se tem que estar só, existe frequentemente a solidão imposta, derivada do preconceito, egoísmo, da falta de solidariedade. Aqueles que pedem solidariedade devem se lembrar de serem os primeiros a compartilhá-la.

  Percam mais tempo com o café da manhã, com a conversa ao telefone. Demorem-se mais nos beijos, nas palavras, nas conversas. Apreciem os pássaros, uma árvore, um animal, a inocência das crianças, vale a pena.

  Só isso tenho a dizer, pois eu também estou empenhada em por em prática tudo aquilo que aqui escrevi, sou uma iniciante.

  Será a solidão necessária ou imposta? Se você conseguir descobrir qual é a forma da sua solidão, poderá entender se ela é uma breve pausa ou um silêncio angustiante. Se acaso descobrir que sua solidão é passageira, aprenda com ela. Se ela for angustiante, imposta, existe um motivo. Como se descobre a razão de nossa solidão? Mergulhe em si mesmo, busque respostas para esse silêncio permanente, porque nada nesta vida é fixo, tudo é transitório.


Se o que tens a dizer não é mais belo que o silêncio, então cala-te.
Pitágoras